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Live com a assistente social, Michele Oliveira

terça-feira, 11 de maio de 2021

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A convidada, Michele Oliveira, Assistente Social da unidade Del Castilho da Rede Cruzada, faz parte da organização tem 6 anos. Trabalha no núcleo social da Cruzada e ajuda nesse processo de transformação na educação.

Márcia Bogea, Coordenadora da unidade Jacarepaguá e facilitadora do núcleo social da Rede Cruzada e Michele Oliveira conversam sobre o Papel do Serviço Social na Educação Transformadora. 

Bogea conta que escolheu a assistência social por gostar de se alimentar das pessoas, por necessidade de contato humano. Michele diz que desde a infância foi uma mediadora e depois de ter contato com uma assistente social, se apaixonou pela profissão.

Márcia conta que o papel do serviço social em um projeto de educação, em torno de comunidades carentes, é um elo em torno das famílias que a instituição. “A gente faz um elo entre família| creche, família| professores e também um elo com a própria comunidade. Não podemos fazer um trabalho sem pensar que a comunidade precisa estar inserida dentro do projeto”.

Vamos agir como uma facilitadora com essas famílias e usar eles como agentes multiplicadores dentro da comunidade, por exemplo, reafirmar a importância das medidas de segurança contra a COVID-19 e passar essas informações para as famílias e espalharem essa informação de um forma muito mais ampla e coletiva, afirma Márcia.

Com a questão da pandemia, Renato Senna, pergunta qual foi o papel do serviço social em meio a essa mudança na vida de todos. Márcia diz que foi um desafio desde o início da pandemia, uma transformação para todos, inclusive para muitas famílias que não tinha acesso ou não sabiam mexer nas mídias sociais.

Diante do cenário da pandemia, Michele questiona: se as famílias não tinham recursos para se alimentar, como iam ter dinheiro para comprar sabão, máscara e álcool gel?

A coordenadora diz que o grande primeiro trabalho foi esse: mapear as famílias, ressaltando que o grande trabalho do serviço social foi conseguir conversar com as famílias e levantar nelas o espírito de empatia. Mesmo querendo ajudar a todos, foi preciso mostrar que outros locais estavam precisando mais. “Quando se fala de alimentação todos querem receber. Faz parte do ser humano. O medo da fome é muito grande nas pessoas. E o serviço social foi muito importante pra fazer com que as famílias entendessem esse momento”.

O trabalho de assistente social tem o olhar da sensibilidade com técnica, apurando esse olhar com experiência.

Dê play e acompanhe a íntegra a conversa dos educadores.

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