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Live com Luiza Serpa, fundadora do Instituto Phi

terça-feira, 6 de outubro de 2020

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A convidada Luiza Serpa é jornalista e fundadora do Instituto Phi – Philantropia Inteligente. O Instituto nasceu com o objetivo de aprimorar os investimentos sociais tanto de pessoas físicas quanto jurídicas. O objetivo é disponibilizar recursos de forma eficiente, com foco nos resultados, para iniciativas de transformação social. Desenvolver a prática da filantropia no Brasil, criando valores para a sociedade.

Renato Senna, Gerente Geral da Rede Cruzada, e Luiza Serpa conversaram na live sobre cultura de doação. Como ajudar, como apoiar, como ser solidário de uma maneira mais efetiva, mas com um universo de possibilidades, inclusive de impulsos emocionais para fazer o bem.

Luiza conta uma parte da sua trajetória e diz que desde que ela se conhece como gente ela está em movimento. Tudo começou com uma campanha que ela participou do Natal sem Fome. “Aquilo me deu uma alegria diferente, me envolvi muito com a campanha. Comecei a me envolver muito com o despertar voluntariado das pessoas, entender que isso tinha um sentido maior“, afirma.

Depois que a fundadora começou a trabalhar numa ONG, ela entendeu o sentido do que a preenchia.

Era usar a minha produtividade, a minha energia, a minha força de trabalho pra fazer a diferença na sociedade que eu vivo“, afirma Serpa.

A fundadora do Instituto Phi diz que o Instituto faz uma curadoria com o perfil do doador, quem escolhe o projeto é o doador, então é disponibilizado opções, a pessoa escolhe, já sabendo para o que será destinado de acordo com o que cada ONG necessita.

Renato diz que somos um povo muito solidário, muito hospitaleiro, mas muito movido ao impulso. Causas emergenciais fazem com que o Brasileiro se apresente. Ele afirma que metade da população brasileira doa, pelo menos, 1 vez ao ano. Porém, são movimentos por impulso e não uma ação consistente.

Doamos de forma esporádica, sem foco, na emergência. A forma que doamos não tem tanta qualidade e ás vezes, não resolve o problema na forma que a gente quer. Então, é necessário mudar a forma que você doa e para que você doa. Isso depende de cada um de nós e leva tempo“, diz Luiza.

Quem tem fome, tem pressa“.

Para atacar questões urgentes é preciso ser ágil, mas os tempos são tão urgentes que não dá para ser precipitado e acelerado, é preciso fazer coisas com estrutura.

Dê play e acompanhe a íntegra esse bate papo.

Live Rede Cruzada Convida Luiza Serpa pra falar sobre a cultura de doação.

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